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    <title>Empresa Verde </title>
    <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
    <description>Empresa Verde </description>
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      <title>Metrópoles contra o aquecimento globalO Carbon Disclosure Project   (CDP) – uma organização internac...</title>
      <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Wed, 27 Aug 2008 17:22:33 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Metrópoles contra o aquecimento global&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;NY.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O &lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cdproject.net/&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;Carbon Disclosure Project &lt;/a&gt; &lt;/u&gt; (CDP) – uma organização internacional que trabalha para ampliar a transparência das empresas sobre suas políticas de mudanças climáticas – ganhou um importante reforço este mês. Um grupo formado por 21 cidades americanas, entre elas Nova York e New Orleans, anunciou o compromisso de medir suas emissões de gases do efeito estufa usando o modelo do CDP.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Diversos itens entram na lista: as emissões geradas pelos prédios municipais, pela rede de transportes ou pelo sistema de gestão do lixo, entre outros. Mais que medir a pegada climática, essas cidades pretendem encontrar formas de reduzir sua contribuição para o aquecimento global. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O aquecimento global traz diversos desafios para as grandes cidades. (Leia uma &lt;a href=&quot;http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG83528-8386-15,00-NOSSO+FUTURO+E+URBANO+QUE+FUTURO.html&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;&lt;u&gt;reportagem&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; recente de Época Negócios sobre os desafios das metrópoles.) Segundo Paul Dickinson, CEO do Carbon Disclosure Project, mais de 70% das emissões de gases do efeito estufa vêm das cidades. Medir esse impacto, segundo ele, é essencial para que seja possível controlá-lo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O CDP é formado por investidores institucionais globais responsáveis pela gestão de US$ 57 trilhões em ativos. No Brasil, 30 companhias responderam o relatório da organização em 2007. Você acha que as cidades brasileiras também deveriam seguir o exemplo americano e se juntar ao CDP?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;(Cynthia Rosenburg)&lt;/font&gt;</description>
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      <title>Cupins: a solução para o aquecimento global?Inseto pode transformar madeira em biocombustívelA soluç...</title>
      <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Mon, 25 Aug 2008 17:27:55 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Cupins: a solução para o aquecimento global?&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;cupim.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;Inseto pode transformar madeira em biocombustível&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A solução para o aquecimento global pode estar num lugar para lá de improvável: o intestino dos cupins. É que as bactérias presentes no organismo desses insetos conseguem digerir a celulose e podem vir a ser usadas no futuro como agentes bioquímicos para transformar madeira em biocombustível.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um estudo publicado na revista Nature mostrou que existem, no intestino dos cupins, inúmeras bactérias responsáveis pela hidrólise da celulose e do xilênio, dois polímeros que podem ser utilizados para fabricar biocombustíveis. O meio microbiano do intestino dos cupins pode, teoricamente, transformar uma folha de papel A4 em dois litros de hidrogênio – energia suficiente para mover um carro ao longo de mais de nove quilômetros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para saber mais: uma longa matéria sobre o assunto, &lt;a href=&quot;http://www.theatlantic.com/doc/200809/termites&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;no site da revista The Atlantic&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;(Aline Ribeiro)&lt;/font&gt;</description>
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      <title>Japão vai informar pegada de carbono de produtosEmbalagens japonesas terão pegada de carbonoOs super...</title>
      <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Fri, 22 Aug 2008 11:30:26 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Japão vai informar pegada de carbono de produtos&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;embalagem.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;Embalagens japonesas terão&lt;br/&gt; pegada de carbono&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os supermercados do Japão terão novidade a partir de 2009. Atrás das embalagens, haverá, além das informações convencionais sobre composição e calorias, uma tabela indicando a pegada de carbono – ou seja, o quanto foi emitido na atmosfera de dióxido de carbono (CO2) durante toda a vida útil do produto, que inclui produção, distribuição e descarte. O anúncio foi feito nesta semana pelo ministro de comércio, Takuma Inamura, e é parte de planos ambiciosos do governo do País para o combate do aquecimento global. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A rede de supermercados britânicas Tesco e revendedoras de carros francesas já criaram selos parecidos. Mas, segundo o ministro, a metodologia usada no Japão será mais uniforme, uma forma de padronizar os cálculos e evitar que empresas divulguem dados abaixo dos reais. “Nós acreditamos que nossos selos serão mais detalhados para permitir ao consumidor fazer a melhor escolha possível”, disse o ministro &lt;a href=&quot;http://www.guardian.co.uk/environment/2008/aug/20/carbonfootprints.carbonemissions &quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;ao jornal The Guardian&lt;/a&gt;, para explicar as semelhanças com o esquema utilizado pelos outros Países.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No final do ano, cerca de 30 empresas irão divulgar os produtos que ganharão os selos durante uma feira em Tóquio. Os primeiros itens deverão chegar às prateleiras em abril de 2009. Apesar de o esquema de selos do Japão ser voluntário, poucas empresas devem ficar de fora, pois não querem perder consumidores.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(Aline Ribeiro)</description>
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      <title>A China na mira do Wal-MartLee Scott, CEO do Wal-MartA iniciativa global de sustentabilidade do Wal-...</title>
      <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:32:22 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;A China na mira do Wal-Mart&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;scott.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;Lee Scott, CEO do Wal-Mart&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A iniciativa global de &lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG78958-8374-7-1,00-POR+DENTRO+DA+REVOLUCAO+VERDE.html&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;sustentabilidade do Wal-Mart&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;, anunciada publicamente em 2005 pelo CEO Lee Scott, avança rapidamente – e agora é a China que está na mira do maior varejista do planeta. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No dia 22 de outubro, Scott fará uma grande reunião sobre sustentabilidade em Pequim. Estão sendo convidadas cerca de mil pessoas, principalmente empresários chineses, além de funcionários da rede e membros do governo. O tema oficial do encontro é inovação na cadeia de abastecimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que pretende o Wal-Mart? Em poucas palavras: ajudar a acelerar a adoção de práticas ambientalmente responsáveis entre as empresas chinesas. Como um dos maiores compradores globais de produtos chineses, a rede depende disso para construir uma cadeia de negócios mais ecologicamente correta. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No lançamento da estratégia de sustentabilidade, há pouco mais de dois anos, a China já era considerada um tema importante por Scott. Nos últimos meses, porém, o interesse pelo país aumentou. Hoje, além de um grupo internacional responsável por discutir sustentabilidade na China, há um grupo local dedicado ao assunto. Participa desse grupo o executivo Vicente Trius, responsável pelo Wal-Mart Ásia e ex-presidente do Wal-Mart Brasil.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;(Cynthia Rosenburg)&lt;/font&gt;</description>
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      <title>Michael Bloomberg quer Nova York eólicaQue tal colocar turbinas eólicas no Empire State ou no Chrysl...</title>
      <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 21 Aug 2008 13:31:06 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Michael Bloomberg quer Nova York eólica&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;empire.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Que tal colocar turbinas eólicas no Empire State ou no Chrysler Building? A idéia pode fazer parte de um plano ambicioso anunciado nesta semana por Michael Bloomberg, o prefeito que está fazendo de Nova York a mais “verdinha” das metrópoles. &quot;Estamos determinados a transformá-la na cidade número um em produção de energia limpa no país&quot;, disse ele, durante evento em Las Vegas na última terça-feira.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bloomberg afirmou que vai convocar empresas privadas e investidores para estudarem como as turbinas eólicas poderiam ser instaladas por toda a cidade (em pontes, arranha-ceús e até na água), com o objetivo de livrar, gradualmente, a metrópole de seus fornecedores de energia sobrecarregados (causa de enormes apagões em Nova York na última década). Ele ainda evocou a imagem da estátua da liberdade, dizendo que um dia espera que sua tocha seja “acesa por energia eólica.” &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para a área costeira, a prefeitura está avaliando localidades onde mais venta, como Queens, Brooklyn e Long Island. As turbinas poderiam gerar 10% da eletricidade que a cidade precisa em 10 anos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;(Aline Ribeiro)&lt;/font&gt;</description>
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      <title>WWF quer que empresas mensurem a “pegada d’água”    O WWF quer que as empresas meçam os gastos de ág...</title>
      <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Wed, 20 Aug 2008 15:20:55 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;WWF quer que empresas mensurem a “pegada d’água” &lt;/b&gt; &lt;/font&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;img src=&apos;pegada_ecologica1.jpg&apos; /&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;O WWF quer que as empresas meçam os gastos de água durante a produção de seus produtos, o que estão chamando de “water footprint” (pegada d’água, em uma tradução livre). A nova exigência é resultado de constatações de um amplo relatório produzido pela ONG que mostra que o Reino Unido é responsável por elevados níveis de consumo de água – mais do que era conhecido. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O estudo alegou que, embora a média gasta pelo cidadão britânico seja cerca de 150 litros por dia, eles consomem em torno de 30 vezes mais, se somada a água da produção de alimentos e roupas usadas por eles. A quantidade equivale a 58 banheiras do líquido por dia. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo o relatório, muitos dos produtos importados para o Reino Unido que exigem um elevado nível do recurso hídrico na produção são cultivados ou fabricados em países que sofrem com a falta de água, o que significa que o País estaria contribuindo para problemas ambientais. Um tomate produzido em Marrocos, por exemplo, exige 13 litros de água para crescer, enquanto uma camisa feita de algodão cultivado no Paquistão usa até 2.700 litros de água. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Poucas empresas estão começando a enfrentar o problema. De acordo com o estudo, é preciso olhar para a “pegada d’água” com o mesmo nível de detalhe que as companhias já se preocupam com o impacto causado pela liberação de carbono na atmosfera.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;(Aline Ribeiro)&lt;/font&gt;</description>
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      <title>Brasil quer biocombustíveis de algaO governo brasileiro está incentivando a produção de pesquisas qu...</title>
      <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Tue, 19 Aug 2008 16:30:31 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Brasil quer biocombustíveis de alga&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O governo brasileiro está incentivando a produção de pesquisas que resultem em uma fórmula viável de biocombustível feito de algas. Os ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Pesca e Aqüicultura (MPA) publicaram o primeiro edital para seleção de projetos que contemplem a aqüicultura e o uso de microalgas como matéria-prima para a produção do óleo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ao todo, serão repassados R$ 4,5 milhões por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). As propostas devem ser apresentadas sob a forma de projeto e encaminhadas ao CNPq exclusivamente pela internet, por intermédio do formulário de propostas on-line. Os interessados têm até o dia 25 de setembro para se inscreverem. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para saber mais, acesse o &lt;a href=&quot;http://www.cnpq.br/editais/ct/2008/026.htm&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;site do CNPq&lt;/a&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;(Aline Ribeiro)&lt;/font&gt;</description>
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      <title>A (in)sustentabilidade do biodiesel brasileiroO modelo do programa nacional de biodiesel, na forma e...</title>
      <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Tue, 12 Aug 2008 19:06:49 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;A (in)sustentabilidade do biodiesel brasileiro&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O modelo do programa nacional de biodiesel, na forma em que foi planejado e vem sendo executado, precisa ser revisto. A avaliação é do diretor comercial da Agropalma, Marcello Brito, que participou nesta terça-feira do segundo dia do Congresso Brasileiro de Agribusines, em São Paulo. “A iniciativa é paternalista e deveria ser mais regida pelo mercado, como ocorre com o etanol. Quando um setor é regulado por canetadas, não traz a transparência necessária, a segurança necessária para grandes investimentos.” As companhias produtoras de biodiesel parecem concordar com Brito. Segundo pesquisa apresentada por ele, 91% das empresas participantes do estudo dizem que o programa necessita de alterações. Apenas 9% apontam estar totalmente satisfeitas com a iniciativa do governo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma das conclusões de Brito é que houve, por parte do programa, uma aceleração maior do que a capacidade de fornecimento de matéria-prima. “É melhor dar dois passos para trás e retomar a jornada a insistir num caminho errado”. Ele afirmou que mais da metade do biodiesel fabricado hoje no Brasil vem da soja, o que não condiz com a idéia de aproveitamento ideal de culturas para transformação em combustível. “O Brasil critica os Estados Unidos por estarem usando milho para fazer etanol, mas nós estamos usando soja, que é também um alimento importante, para fazer biocombusível. Isso pressiona os preços dos alimentos desnecessariamente.”&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Brito diz não ser contrário à soja, mas acredita que a matéria-prima deveria ser usada como complemento. “O País tem uma capacidade fantástica de produção de gordura animal (cerca de 600 mil toneladas por ano), o sebo. Isso responderia por boa parte do programa do biodisel.” &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Outros resultados&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A pesquisa apresentada por Brito ouviu 11 das cerca de 40 produtoras de biodiesel registradas da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Juntas, representam respectivamente 47% e 32% do volume arrematado nos dois últimos leilões ANP/Petrobrás. São companhias ligadas a grupos empresariais maduros, adeptos a uma transparência esperada de empresas com foco global. Desta forma, não representam totalmente o perfil do produtor nacional de biodiesel.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O levantamento revelou a ausência de estudos de impacto ambiental na maioria dos empreendimentos de produção de biocombustíveis. Mais da metade das empresas participantes da pesquisa não tem estudo de impacto sobre água, flora e fauna – e nem mesmo tem idéia do nível de emissão de carbono do próprio ciclo de produção. “Isso quer dizer que o produtor não sabe se está contribuindo para reduzir ou aumentar a poluição ambiental”, afirmou Brito, ao finalizar com a pergunta: “será mesmo que o biodiesel brasileiro é tão sustentável quanto dizem?”.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;(Aline Ribeiro)&lt;/font&gt;</description>
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      <title>Menos enxofre, menos mortesOs esforços para que o nível de enxofre no diesel brasileiro seja reduzid...</title>
      <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Wed, 6 Aug 2008 16:32:27 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Menos enxofre, menos mortes&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os esforços para que o nível de enxofre no diesel brasileiro seja reduzido ainda não acabaram. Na última terá-feira (dia 5), o Movimento Nossa São Paulo – liderado por Oded Grajew – entregou a Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente, um ofício reafirmando a necessidade de manter a previsão para distribuir o diesel com concentração de enxofre a 50 partículas por milhão (diesel S-50), em janeiro de 2009. O documento argumenta que é “inaceitável” o adiamento de medidas que levam ao fim das mortes provocadas pelo combustível com o atual teor de enxofre. De acordo com estudos da Faculdade de Medicina da USP, cerca 3 mil pessoas morrem por ano só na capital paulista devido ao enxofre no diesel utilizado pelos veículos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A implantação do diesel S-50 em todo o Brasil está prevista em resolução de 2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).  Atualmente, a concentração de enxofre no diesel nas áreas urbanas em geral é de 2.000 partículas por milhão e nas regiões metropolitanas é de 500, equivalente a 50 vezes mais do que os padrões internacionais. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar de a resolução do Conama ter sido publicada há seis anos, nesse período a Petrobrás e as montadoras nada fizeram para se adaptar à nova regra. Agora, tentam negociar o adiamento do prazo com propostas de compensação ambiental.  De acordo com as propostas, em janeiro de 2009, seria implantado o diesel S-50 apenas nas frotas de ônibus das regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo e Curitiba, e integralmente nas regiões urbanas de Fortaleza, Recife e Belém. Nas outras áreas metropolitanas continuaria a ser utilizado o diesel com o atual teor de 500 ppm. Nas cidades menores e zonas rurais o teor do enxofre seria reduzido dos atuais 2.000 ppm para 1.800 ppm. As propostas também prevêem o compromisso de regulagem dos motores de ônibus de São Paulo e Rio de Janeiro.  Nas áreas urbanas menores e rurais o teor do enxofre seria reduzido dos atuais 2.000 ppm para 1.800 ppm. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/#592044&quot; target=&quot;BLANK&quot;&gt;&lt;i&gt;Clique aqui e saiba mais detalhes da polêmica.&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;(Aline Ribeiro)&lt;/font&gt;</description>
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      <title>Conscientização não bastaUm estudo recente apontou que grande parte dos CFOs (chief financial office...</title>
      <link>http://www.empresaverde.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Thu, 17 Jul 2008 15:10:13 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.empresaverde.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;b&gt;Conscientização não basta&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um estudo recente apontou que grande parte dos CFOs (chief financial officer) de grandes corporações concorda que suas empresas têm muito a perder por não enfrentarem de forma adequada as questões ambientais. Apesar de se mostrarem preocupados, metade dos executivos afirmou que as companhias onde trabalham não desenvolvem ações consistentes para mitigar os riscos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O documento mostra que 94% dos profissionais disseram estar “preocupados” com o impacto negativo de suas empresas sobre o ambiente. Desses, 45% afirmaram estar “muito preocupados”. Segundo o estudo, a maioria dos executivos vêem a sustentabilidade como um adicional para o valor das empresas, mas não têm boas métricas para comprovar o ponto de vista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;(Aline Ribeiro)&lt;/font&gt;&lt;br/&gt;</description>
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